A Justiça do Trabalho reconheceu exagero e reverteu a demissão por justa causa de um funcionário que foi acusado de “surfar” em cima de um guindaste. A empresa alegou que a ação violou as normas de segurança, ao fazer o que chamou de “brincadeira” que colocou ele e terceiros em risco. A sentença foi assinada...
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juíza Izabela Boyher Nunes
