Um homem que afirmou ter trabalhado como gerente de uma “casa de prostituição” no centro do Rio de Janeiro foi à Justiça do Trabalho para pedir o reconhecimento de vínculo empregatício e o pagamento de direitos trabalhistas. O pedido foi negado porque ele próprio admitiu que atuava na seleção e no gerenciamento de mulheres destinadas...
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“Não é aceitável que o patrono não proceda a entrevista com o seu cliente”
Numa ação trabalhista em trâmite na 9ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, um dos pedidos do autor foi extinto porque, conforme a magistrada que analisou a demanda, não havia elementos mínimos de conhecimento judicial. Na sentença, a juíza ressaltou: “Não é aceitável que o patrono não proceda a entrevista com o seu cliente...


